14 de janeiro de 2014

LAVAGEM DO BONFIM: EM POUCAS PALAVRAS


VEJA UM POUCO DA HISTÓRIA DA MAIOR FESTA POPULAR DE SALVADOR "PERDENDO" APENAS PARA O CARNAVAL



As Águas de Oxalá não teriam vindo com os escravos e sim criada no Brasil baseada na lavagem do Bonfim, realizada na cidade de Salvador (BA). A consagração do costume de se lavar a Igreja do Senhor do Bonfim, teria se iniciado entre os anos de 1855 e 1900, com forte conotação religiosa e que passou a se popularizar.


O ritual se reporta ao tempo da construção da Igreja, quando o capitão-de-mar-e-guerra português Teodósio Rodrigues de Faria, em 1754, instituiu a devoção do Senhor do Bonfim, venerado em Setúbal, Portugal, no alto de uma colina. Foi uma promessa feita depois de ser salvo de um naufrágio, ao rezar em frente à imagem de Cristo Crucificado que trazia.
Logo a notícia de que a imagem era milagrosa, se espalhou. A repercussão foi grande entre os negros, pela associação existente entre Oxalá e Jesus. Diversas Iyalorixás tinham o costume de ir à Igreja do Bonfim, que por sua vez, decidiu proibir a lavagem de suas dependências, que vigorou por 50 anos. Foi a partir daí que se passou a lavar somente as escadarias da Igreja, costume adotado até os dias atuais.


Existe uma grande possibilidade de ter sido Mãe Aninha, do Axé Opó Afonjá que tirou as comemorações do Senhor do Bonfim da Igreja, já que estavam proibidas, para levá-la para o Axé.
Foram criados os 17 dias de atividades seguidas, sendo inserido o Orixá Xangô, com quem Oxalá iria se encontrar e a lenda a respeito dessa passagem, passou a fazer parte do Culto.


Segundo Mestre Didi, “Muito tempo antes de ter aparecido um babalorixá ou pai-de-santo irresponsável, causador de toda esta polêmica que está existindo hoje sobre a lavagem do Bonfim, essa lavagem era feita pelas pessoas das tradicionais casas de culto afro de Salvador, onde a maioria delas pertencia a várias irmandades, com muita ordem e respeito. Mesmo porque os negros, quando pensaram em fazer essa lavagem, uma vez que tinham associado Senhor do Bonfim a Oxalá, foi procurando reviver uma grande procissão de uma cerimônia que até a data de hoje é realizada na cidade de Ifon, área que está situada ao noroeste de Oshogbo na Nigéria, onde Orixalá é o padroeiro dessa área, e uma vez por ano, a maior parte dos habitantes vai de manhã bem cedinho buscar água no rio para asseiar o assentamento” (Boletim Secneb, Salvador, Bahia).

Por: Baseado em textos de “As Águas de Oxalá” – J. Beniste 

10 de dezembro de 2013

NELSON MANDELA: UM DOS MAIORES SÍMBOLOS DE SERENIDADE E OBSTINAÇÃO DOS SÉCULOS XX E XXI



Por Rainer Sousa

O líder sul-africano Nelson Mandela foi um dos mais importantes sujeitos políticos atuantes contra oprocesso de discriminação instaurado pelo apartheid, na África do Sul, e se tornou um ícone internacional na defesa das causas humanitárias. Nascido em 18 de julho de 1918, na cidade de Transkei, Nelson Rolihlahla Mandela era filho único do casal Henry Mgadla Mandela e Noseki Fanny, que integrava uma antiga família de aristocratas da casa real de Thembu.
Mesmo após ter suas posses e privilégios retirados pela ingerência da Coroa Britânica na região, a família viveu um período de tranqüilidade, até quando Henry Mgadla faleceu inesperadamente, em ano de 1927. Com essa reviravolta em sua vida familiar, a mãe de Mandela se viu obrigada a deixar seu unigênito sob os cuidados de Jongintaba Dalindyebo, parente da família que tinha condições de zelar pela vida e a educação de Nelson Mandela.
Nesse período de sua vida, o jovem Mandela teve oportunidade de ter uma ampla formação educacionalinfluenciada pelos valores de sua própria cultura e da cultura européia. Com isso, o futuro ativista político conseguiu discernir como o pensamento colonial se ocupava em dizer aos africanos que eles deveriam se inspirar nos “ditames superiores” da cultura do Velho Mundo. Após passar pelas melhores instituições de ensino da época, o bem educado rapaz chegou à Universidade de Fort Hare.

No ambiente universitário, Mandela teve 
oportunidade de tomar conhecimento da luta contra o apartheid promovida pelo Congresso Nacional Africano (CNA). Entretanto, antes de lutar contra o problema social que tomava seu país, Nelson Mandela se voltou contra as tradições de seu próprio povo ao não se sujeitar a um casamento arranjado. Mediante o impasse, o jovem se refugiou na cidade de Johannesburgo, onde trabalhou em uma imobiliária e, logo em seguida, em um escritório de advocacia.
Vivendo nesta cidade, Mandela aprofundou ainda mais seu envolvimento com as atividades do CNA e deu continuidade aos seus estudos no campo do Direito. No ano de 1942, com o apoio de companheiros como Walter Sisulu e Oliver Tambo, fundou a Liga Jovem do CNA. Na década de 1950, os ativistas aliados à Mandela resolveram realizar uma grande manifestação de desobediência civil onde protestavam com as políticas segregacionistas impostas pelo governo do Partido Nacional.
Essa grande manifestação política resultou na elaboração da Carta da Liberdade, importante documento de luta onde a população negra oficializava sua indignação. Em 1956, as autoridades prenderam Nelson Mandela e decidiram condená-lo à morte pelo crime de traição. No entanto, a repercussão internacional de sua prisão e julgamento serviram para que o líder ficasse em liberdade. Depois disso, Mandela continuou a conduzir os protestos pacíficos contra a ordem estabelecida.
Em março de 1960, um trágico episódio incitou Nelson Mandela a rever seus meios de atuação política. Naquele mês, um protesto que tomou conta das ruas da cidade de Sharpeville resultou na morte de vários manifestantes desarmados. Depois disso, Nelson Mandela decidiu se empenhar na formação do “Lança da Nação”, um braço armado do CNA. Naturalmente, o governo segregacionista logo saiu em busca dos líderes dessa facção e, em 5 de agosto de 1962, Mandela foi mais uma vez preso.
Após enfrentar um processo judicial, Mandela foi condenado à prisão perpétua, pena que cumpriria em uma ilha penitenciária localizada a três quilômetros da cidade do Cabo. Nos vinte e sete anos seguintes, Mandela, o preso “466/64”, ficou alheio ao mundo exterior e vivia o desafio de esperar pelo tempo em sua cela. Nessa época, consolidou uma inesperada amizade com James Gregory, carcereiro da prisão que se impressionou com os valores e a dignidade de seu vigiado.
Nesse meio tempo, após a desarticulação do movimento anti-apartheid, novos movimentos de luta surgiram e a comunidade internacional se mobilizou contra a sua prisão. Somente em 1990 – sob a tutela do governo conciliador do presidente Frederik Willem de Klerk – Nelson Mandela foi liberto e reconduziu o processo que deu fim ao apartheid na África do Sul. Em 1992, as leis segregacionistas foram finalmente abolidas com o apoio de Mandela e Willem de Klerk.
No ano seguinte, a vitória política lhe concedeu o prêmio Nobel da Paz e, em 1994, foram organizadas as primeiras eleições multirraciais da África do Sul. A vitória eleitoral de Nelson Mandela iniciou o expurgo das práticas racistas do Estado africano e rendeu grande reconhecimento internacional à Mandela. Depois de cumprir mandato, em 1999, Mandela atuou em diversas causas humanitárias. O líder sul-africano exerceu também um grande papel na luta contra a AIDS.

Nelson Mandela faleceu em 05 de dezembro de 2013, em sua casa, na cidade de Johannesburgo, em decorrência de uma infecção pulmonar.

27 de novembro de 2013

DÍVIDA PÚBLICA VOLTA A SUPERAR A BARREIRA DOS 2 TRI!

Dívida Pública Federal volta a ultrapassar barreira de R$ 2 trilhõesA dívida só não subiu mais por causa da dívida pública externa, que caiu 2,73%, de R$ 88,85 bilhões em setembro para R$ 79,68 bilhões em outubro

Publicação: 25/11/2013 15:17 
Influenciada pelo elevado volume de emissão de títulos públicos prefixados, a Dívida Pública Federal (DPF) cresceu em outubro e voltou a ultrapassar a barreira de R$ 2 trilhões. De acordo com dados divulgados, há pouco, pela Secretaria do Tesouro Nacional, a DPF fechou o mês passado em R$ 2,022 trilhões, com alta de R$ 33,6 bilhões em relação ao estoque registrado em setembro.


A dívida pública mobiliária – em títulos públicos – interna subiu 1,91%, passando de R$ 1,897 trilhão em setembro para R$ 1,933 trilhão em outubro. Isso ocorreu porque, no mês passado, o Tesouro emitiu R$ 18,62 bilhões em títulos a mais do que resgatou. Além disso, reconheceu R$ 17,53 bilhões em juros. O reconhecimento ocorre porque a correção que o Tesouro se compromete a pagar aos investidores é incorporada gradualmente ao valor devido.

A Dívida Pública Federal só não subiu mais por causa da dívida pública externa, que caiu 2,73%, de R$ 88,85 bilhões em setembro para R$ 79,68 bilhões em outubro. O principal fator para essa variação foi a queda de 1,23% do dólar no mês passado.

Essa foi a primeira vez que a DPF ultrapassou o nível de R$ 2 trilhões desde dezembro do ano passado. Nos meses seguintes, o estoque da dívida apresentou queda, mas voltou a oscilar desde maio. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), divulgado em março, a tendência é que o estoque da Dívida Pública Federal encerre o ano entre R$ 2,1 trilhões e R$ 2,24 trilhões.

As emissões de títulos públicos para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e para a Caixa Econômica Federal foram o principal fator para a alta da DPF no acumulado do ano. Os papéis reforçam o capital das instituições financeiras e permitem que os bancos emprestem mais. Desde julho, o Tesouro também passou a emitir títulos públicos para financiar o desconto médio de 20% nas tarifas de energia. O dinheiro vai para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

Da Agência brasil
Publicado: 25/11/2013
Fonte: Correio Brasiliense

25 de novembro de 2013

COPA DO MUNDO 2014: ESPERANÇA PARA ALÉM DO FUTEBOL!!

Conheça o exoesqueleto que pode ser usado por paraplégico para dar o pontapé inicial da Copa


Foto foi divulgada pelo neurocientista Miguel Nicolelis em página no Facebook. Especialista está à frente do projeto “Andar de novo”, que pode revolucionar a vida de pessoas com paralisia
Foi divulgada, nesta segunda-feira (05.08), a imagem do exoesqueleto robótico que está sendo construído pela equipe internacional do projeto Andar de Novo (Walk Again Project).  A imagem, postada na página do neurocientista Miguel Nicolelis no Facebook, mostra os 5 módulos do exoesqueleto.  Ao longo da semana, outras imagens com mais detalhes de cada módulo serão publicadas no mesmo espaço na rede social.

Nicolelis está à frente do projeto que envolve 170 cientistas de várias partes do mundo e que pretende fazer com que o pontapé inicial do jogo de abertura da Copa do Mundo FIFA 2014 seja dado por um jovem brasileiro com paralisia.

Isso será possível com a utilização do exoesqueleto - uma espécie de roupa mecânica - controlado por estímulos cerebrais. A interligação cérebro-máquina – pesquisada pelo projeto - possibilitará que o cérebro passe a incorporar o aparelho como parte do corpo.
No Brasil, o projeto Andar de Novo recebe o apoio da Agência Brasileira da Inovação (Finep), ligada ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio de financiamentos do Instituto Internacional de Neurociências de Natal, no Rio Grande do Norte, fundado e coordenado por Nicolelis. O neurocientista também é professor titular de Neurobiologia e Co-Diretor do Centro de Neuroengenharia da Duke University (EUA).
“A imagem da ciência brasileira ganhou proeminência internacionalmente nos últimos anos. Alcançar essa meta, na partida inaugural da Copa, mostra que nos preocupamos com a ciência como instrumento de inclusão”, afirmou Nicolelis em entrevista no dia 29 de junho deste ano no Centro Aberto de Mídia, montado no Rio de Janeiro durante a Copa das Confederações.

FONTE: Portal da Copa

BANCOS LESAM POUPADORES DESDE DÉCADA DE 80. AFIRMA CESAR FONSECA AO INDAGAR SOBRE A POSTURA DO SUPREMO


Será que haverá verdadeira justiça para os poupadores em cadernetas de poupança que desde os anos de 1980 está sendo lesados pelos bancos públicos e privados por não receberem a devida correção monetária sobre seus ativos. Esse é ou não mais um instrumento de lesa consumidor que o sistema financeiro impõe sobre a sociedade sem que haja fiscalização devida. 
O juro no crédito direto ao consumidor, na casa dos 300% ao ano, expresso em cobrança de juros sobre juros, prática do ANATOCISMO, em sido praticado esses anos todos. A prática se estende, igualmente, sobre a dívida do governo, que já vai para a casa dos R$ 2,5 trilhões, sobre os quais estão sendo pagos, anualmente, só de juros, R$ 700 bilhões, cerca de 44% do total. Um escândalo. Os juros básicos incidentes sobre a dívida chegaram aos 47% ao ano em 1997-8, criando um passivo, cujo crescimento vegetativo quadruplicou o endividamento, obrigado o governo federal a renegociar débitos com os governos estaduais. A renegociação, cujos prazos se estenderam por 30 anos, implicou cobrança de juros escorchantes, inflação mais correção, resultando, ao final, em impasses, que, hoje, levam os governadores a pressionarem o Congresso por novas renegociações e mudanças de indexadores sobre o endividamento, bem como a aplicação desses novos mecanismos desde o início do processo de correção. A dívida, tanto do consumidor, como do governo, somado ao calote que os bancos têm, sistematicamente, dado nos consumidores, recorrendo, nos tribunais contra sentenças dadas contra eles, como é o caso do não pagamento de remuneração da poupança, ao longo de 20 anos, representa, hoje, o maior problema da economia, a causa básica da inflação, da superacumulação de riqueza, de um lado, e superpobreza de outro, impedendo, consequentemente, o desenvolvimento sustentado. O assalto à população pelos credores representa um crime contra os direitos humanos. Se o Supremo Tribunal Federal não fizer justiça, em julgamento previsto para essa quarta feira, estará estimulando movimento nacional já em curso favorável à AUDITORIA DA DÍVINA NACIONAL, porque, realmente, o processo de endividamento, das famílias e do País, transformou-se em fonte de irregularidades, de fraudes e roubos generalizados sobre a poupança popular. QUARTA FEIRA, 27: ONZE JUÍZES E UMA SENTENÇA, O ASSALTO DOS BANQUEIROS CONTRA O POVO BRASILEIRO. Será que haverá verdadeira justiça para os poupadores em cadernetas de poupança que desde os anos de 1980 estão sendo lesados pelos bancos públicos e privados por não receberem a devida correção monetária sobre seus ativos? Esse é ou não mais um instrumento de lesa consumidor que o sistema financeiro impõe sobre a sociedade sem que haja fiscalização devida? O juro no crédito direto ao consumidor, na casa dos 300% ao ano, expresso em cobrança de juros sobre juros, prática do ANATOCISMO, tem sido imposto, cruelmente, sobre a população. 
 A prática se estende, igualmente, sobre a dívida do governo, que já vai para a casa dos R$ 2,5 trilhões, sobre os quais estão sendo pagos, anualmente, só de juros, R$ 700 bilhões, cerca de 44% do total. Um escândalo. Os juros básicos incidentes sobre a dívida chegaram aos 47% ao ano em 1997-8, criando um passivo, cujo crescimento vegetativo quadruplicou o endividamento, obrigando o governo federal a renegociar débitos com os governos estaduais. A renegociação, cujos prazos se estenderam por 30 anos, implicou cobrança de juros escorchantes, inflação mais correção, resultando, ao final, em impasses, que, hoje, levam os governadores a pressionarem o Congresso por novas renegociações e mudanças de indexadores sobre o endividamento. 
A dívida, simplesmente, tornou-se impagável. O assalto à população pelos credores representa um crime contra os direitos humanos. Se o Supremo Tribunal Federal não fizer justiça, estará estimulando movimento nacional já em curso favorável à AUDITORIA DA DÍVID, porque, realmente, o processo de endividamento, das famílias e do País, transformou-se em fonte de irregularidades, de fraudes e roubos generalizados sobre a poupança popular. Eis uma causa que é de todos, tanto no plano nacional, como internacional. A dívida é a fonte geradora de união dos trabalhadoes contra os seus algozes no ambiente da crise capitalista global. Um fato histórico relevante para a humanidade esgotada pela exploração jurista. Os banqueiros se desesperam porque terão que pagar quase R$ 150 bilhões para os mais de 1 milhão anatocismo 11Converso com amigo engenheiro agrônomo, inteligente pra danar, cabeça matemática exímia, obsessivo com as coisas certas, racionalista até à medula, determinado a lutar pelos seus direitos, por ter se sentido logrado pelo sanguessuguismo dos banqueiros no Brasil. No final da batalha, que enfrentou com grande paciência e perseverança, colheu vitória moral espetacular. Tinha comprado um carro à prestação, como acontece com 99,9% de todos os consumidores, embora pudesse pagar à vista, porque, concursado da polícia federal, onde trabalha seis horas por dia, ganha bem, é folgado de dinheiro e estava com uma poupança legal etc. poupadores que foram tungados na caderneta de poupança nos planos Bresser, Verão, Collor I , Collor II e Danatocismo 12ecidiu contestar a dívida, depois de pagá-la, em quase 70% do seu total. Sentiu que o agente financeiro tinha carregado a mão a favor do seu patrão, o banqueiro. Bom de matemática financeira, essa disciplina que todo brasileiro tinha que aprender do berço em diante, junto com as primeiras palavras para alfabetização, viciado em calcular os juros sobre juros cobrados pelos bancos, consciente que estava sendo logrado, decidiu contestar, depois de fazer e refazer contas, tudo batendo para lhe dar razão nas proporções e desproporções avantajadas da ganância agiota que está matando o povo brasileiro no crédito direto ao consumidor. Concluiu que estava pagando $ 16 mil a mais do que devia. Formalizou contestação. Collor III, ao longo dos 20 anos de pura entolação dos mais fortes contra os anatocismo 10Procurou advogado e enquadrou-a dentro das trâmites legais, junto à justiça. Passado um tempo, recebe uma carta do banco(no calor do causo, esqueci de perguntar o nome do assaltante, tanto que estava excitado). Marcada audiência, foi lá. Rodas e rodas de negociações entre o logrado e o logrador. Depois de muita conversa, a estagiária que atendeu meu amigo, levantou e foi até uma outra sala, onde estava o coordenador das negociações, ficou um tempo, retornou. O banco daria um desconto de R$ 3 mil no total da dívida. anatocismo 9Pelas conservadoras contas da instituição financeira, ratoeira pura, a dívida cairia dos R$ 16 mil para R$ 13 mil. Está bom? Ora, claro que não, respondeu. Se soubesse que o desconto seria esse, essa insignificância, não teria nem saído de casa. A jovem ficou embaraçada, pediu calma, refez contas, argumentou que estava razoável. Sem acordo, o logrado levantou e disse que queria conversar não com ela, estagiária, mas com o chefe dela, que tivesse mais autoridade para resolver a parada. mais fracos, via interposição de recursos atrás de recursos; porém, anatocismo 1Ficou esperando um tempo, enquanto ela negociava com o chefe a proposta que lhe fora encaminhada. Passado determinado tempo, calculado, é claro, viu meu amigo logrado que um senhor que circulava entre as mesas de negociação entre logrador e logrado, na tarefa de alcançar acordos financeiros entre as duas partes, aproximou-se dele. Argumentou praqui, prali, pracolá etc e tal , mas ficou no jogo duro. Impaciente, meu amigo, depois de contrargumentar, de forma firme e decida, ancorado nos números, levantou e disse que não queria a negociação, que iria manter a causa tramitando na justiça até obter, lá frente, o resultado, consciente de que ganharia a parada. Afinal, não tinha pressa, estava gostando daquela guerra contra seu assaltante. chegou a hora da grande decisão, o momento de anatocismo 7E mais, convencido da vitória, sabia, de acordo com a lei, que receberia tudo de volta, acrescido de juros e correção monetária, ou seja, juros sobre juros mais correções, caso o logro do qual estava sendo vítima fosse confirmado tim-tim por tim-tim. Tinha absoluta certeza que seria. O funcionário do banco, diante daquela resistência de alguém que sabe fazer contas muito bem, pediu um tempo. Cerca de uma hora depois, voltou, sem assanhamento, sem marolas, humilde, e propôs o surpreende: para que tudo fosse suspenso e a causa, devidamente, interrompida, a dívida a pagar ficaria em, apenas, R$ 500. De R$16 mil para R$ 500! anatocismo 6R$ 15,5 mil de descontos!!!!!!!!!!!!!!! O roubo era, efetivamente, de R$ 15,5 mil. Assalto ao vivo. Fecharam o acordo e ambas as partes concordaram em botar termo na negociação. Conclusão: se os consumidores, que estão pagando, no crediário, juros de até 300% ao ano, fossem em massa nos escritórios de advocacia especializados em defendê-los do roubo generalizado que os bancos praticam em cima do povo brasileiro, a história do país mudaria ou não? O judiciário já chegou à decisão de que cobrança de juro sobre juro, o juro composto, é um assalto escandaloso. Trata-se de ANATOCISMO. fazer justiça. Como agirão os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal em relação anatocismo 5O assunto produziu, no Supremo Tribunal Federal, a chamada súmula 207. Todos os donos de bancos receberiam ordens de prisão, se a justiça, no Brasil, valesse para todos. Por que a grande mídia não faz uma investigação sistemática sobre essa decisão, para mostrar ao povo, didaticamente, o que é o ANATOCISMO? Mutatis mutantis, é o que acontece com as dívidas do país, a interna e a externa. A interna é a externa internalizada àqueles que estarão faturando, esse ano, só de juros, R$ 700 bilhões, estando previsto anatocismo 4Cobrança de juros sobre juros, ao longo de uma, duas, três décadas, produz ou não fraudes, roubos, assaltos despropositados que merecem contestação? Essa é a proposta, por exemplo, do movimento favorável à realização de completa auditoria sobre a dívida brasileira. Esse trabalho foi feito no Equador, pelo presidente Rafael Correa. anatocismo 3No final de 14 meses de muita discussão, os banqueiros, diante de uma comissão internacional de investigação, jogaram a toalha. Aceitaram, mediante reconhecimento público, desconto de 70% no total da dívida, reconhecendo os abusos. Não se trata de calote, minha gente, mas de pagar, APENAS, o devido. para faturarem, em 2014, R$ 1,2 trilhão, no total do PIB de R$ 4,4 trilhões!!!! anatocismo 2O STF, no Brasil, pode mostrar esse roubo? Reconheceria o direito dos poupadores de receberem o que os banqueiros não querem pagar? Será paga a correção monetária sobre os depósitos de poupança, tungada desde as mudanças dos planos econômicos, no tempo da hiperinflação? JUSTIÇA, JUSTIÇA, JUSTIÇA!!!!!!!!!!!!!!!!H

10 de novembro de 2013

TURNOS CONTÍNUOS NO TRE-RJ - SERVIDORES CONQUISTAM JORNADA DE 06 (SEIS) H

VITÓRIA! 08.11.2013 Ultima modificacao: 08.11.2013 16:36 Os servidores do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) e a direção do Sisejufe conquistaram grande vitória na luta pela jornada de trabalho de seis horas corridas. A presidenta do órgão, desembargadora Letícia Sardas, assinou no dia 7 de novembro o ato que implementa o novo horário de trabalho dos funcionários do tribunal. . A decisão da desembargadora se baseou no Requerimento Administrativo 45.642/2013, protocolado pelo Sisejufe. A adoção das seis horas é uma das grandes reivindicações do sindicato e uma das principais bandeiras de luta dos servidores do Judiciário Federal em todo o país. A jornada de seis diárias valerá para os períodos em que não houver eleições. De acordo com o Artigo 1º do ato da presidenta, entre 1º de abril e 30 de novembro dos anos em que tiver eleições a jornada dos servidores será de 40 horas semanais ou oito horas diárias, destinada uma hora para o almoço, ou de 35 horas semanais não computada a pausa para alimentação. Os analistas judiciários que exercem a função de médicos terão jornada de 20 horas semanais. Já os que têm especialidade em Odontologia terão jornada de 30 horas líquidas, independente mente dos anos de período eleitoral, exceto para os casos em que forem designados ou nomeados para o exercício de cargo de comissão ou função de comissão, que terão mesma jornada dos demais servidores. Já os ocupantes de cargo de comissão ou de função comissionada também terão a jornada de seis horas, mas poderão ser convocados sempre que houver interesse da Administração para a necessidade de serviço. “Foi uma vitória conjunta dos servidores e do Sisejufe. Nesses últimos dias, tivemos três reuniões com a direção-geral do tribunal e a Secretaria de Gestão de Pessoas, em que estiveram presentes o sindicato e a comissão de servidores, e um dos temas da pauta foi exatamente a jornada de seis horas. Isso demonstra o quanto é importante o envolvimento dos servidores para que fosse garantida essa grande conquista. Agora, o sindicato vai reiterar a solicitação da jornada de seis horas para os demais tribunais”, explica o diretor-presidente do sindicato, Valter Nogueira Alves. O presidenta havia sinalizado em atender à reivindicação da diretoria do Sisejufe, durante a abertura da Semana do Servidor do TRE-RJ. Na ocasião ela informou que a implantação da jornada de seis horas para os servidores da Justiça Eleitoral poderia ser adotada ainda este ano. A decisão da presidenta foi baseada no pedido do Sisejufe feito em 20 de março de 2013, por meio do Requerimento Administrativo 45.642/2013. Reunião para tratar da jornada Em setembro passado, Valter, juntamente com o diretor sindical Moisés Leite, reuniu-se com a desembargadora Letícia Sardas, a diretora-geral do TRE, Helga Pitthan, e secretário de Gestão de Pessoas, Alan Amand Torres. Foram tratados, dentre outros pontos, a questão da jornada de seis horas. Helga Pitthan informou que a Secretaria de Gestão de Pessoas já havia apreciado a questão e que dera parecer favorável. Segundo ela, a legislação não impede a redução, desde que seja fixada entre seis e oito horas semanais. Alan Amand informou também, que o Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu o Judiciário a redução do atendimento, o que não é o caso, pois o TRE-RJ continuaria com atendimento ao público no mesmo horário que atende atualmente, havendo apenas um revezamento nos horários de entrada e saída dos servidores. Para o diretor do Sisejufe, Moisés Leite, a redução da jornada é uma grande conquista para os servidores que ficarão mais motivados para trabalhar. A desembargadora à época informou que o TRE-RJ já tinha parecer pela viabilidade e que acreditava na adoção ainda para este ano. Restavam ajustes do sistema de informática para a implementação da jornada, bem como a resposta final do TSE à consulta acerca da adoção das 6h. Ainda durante a reunião, Letícia Sardas agradeceu aos servidores pelo compromisso e dedicação com que eles desempenham suas funções. E apresentou a notícia como sendo direito conquistado pelos funcionários do TRE-RJ e do sindicato.

2 de outubro de 2013

CONCURSOS UFBA E UFOB

UFBA abre concurso com mais de 120 vagas técnico-administrativas

Terça-feira, 1 de outubro de 2013
UFBA abre concurso com mais de 120 vagas técnico-administrativas
Por meio da publicação do edital de abertura do concurso público 003/2013, a Universidade Federal da Bahia (UFBA) informou que está com 121 vagas abertas, sendo duas para pessoa com deficiência, para cargos técnico-administrativos, classes C, D e E. As oportunidades serão distribuídas entre os campi de Salvador, São Gonçalo, Entre Rios, Oliveira dos Campinhos e de Vitória da Conquista, bem como na Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB).
Podem se inscrever no certame, candidatos com ensino fundamental, médio/técnico e superior com registro no Conselho de Classe, quando exigido, que disponham de 40h semanais, exceto para os cargos que tenham jornada diferenciada, estabelecida em lei.
As remunerações têm valor de R$ 1.547,23, R$ 1.912,99 e R$ 3.138,70, respectivamente e as vagas serão destinadas às seguintes funções:
  • Classe C - Auxiliar em Administração;
  • Classe D - Assistente em Administração, Técnico de Tecnologia da Informação, Técnico em Nutrição e Dietética, Técnico em Agropecuária, Técnico em Contabilidade, Técnico em Edificações, Técnico em Equipamento Médico-Odontológico, Técnico de Laboratório para as áreas de Análises Clínicas e de Química, Técnico em Segurança do Trabalho e Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais;
  • Classe E - Arquiteto e Urbanista, Bibliotecário/ Documentalista, Engenheiro Civil, Médico-Veterinário/ Clínica de Ruminantes, Médico-Veterinário/ Clínica de Pequenos Animais, Médico-Veterinário/ Anestesiologista Veterinário, Médico-Veterinário/ Cirurgião de Grandes Animais, Médico-Veterinário/ Patologista de Clínica Veterinária, Administrador, Analista de Tecnologia da Informação/ Analista de Processos e Negócios com ênfase em Levantamento de Requisitos, Analista de Tecnologia da Informação/ Analista de Tecnologia e Infraestrutura com ênfase em Licitação, Arqueólogo, Assistente Social, Biólogo/ Microbiologista, Biólogo/ área de Biodiversidade, Biólogo/ Geneticista, Biomédico, Contador, Engenheiro Civil, Engenheiro Eletricista, Engenheiro Mecânico, Farmacêutico, Ginecologista/ Obstetra, Médico do Trabalho, Nutricionista, Programador Visual, Psicólogo, Secretário Executivo e Técnico em Assuntos Educacionais.
Os interessados devem realizar sua inscrição de 1º a 23 de outubro de 2013 pela página eletrônica siscon.ufba.br, mediante pagamento da respectiva taxa, nos valores de R$ 40,00, R$ 50,00 e R$ 70,00. O cartão informativo será disponibilizado a partir de 22 de novembro de 2013.
Todos os participantes serão submetidos à prova escrita em 1º de dezembro de 2013 nas cidades de Salvador, de Barreiras e de Vitória da Conquista, das 13h10 às 17h10. Assim como os inscritos para os cargos de Médico-Veterinário (todas as áreas) e Biólogo (todas as áreas), bem como Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais farão prova oral/prática.
A prova escrita será composta de 100 questões de língua portuguesa, administração pública, informática básica e conhecimentos específicos para cargos de classe E. Mas número de questões cai para 85 no caso da classe D e para 65 no caso da classe C. Para as funções de Analista de Tecnologia da Informação/ Analista de Processos e Negócios com Ênfase em Levantamento de Requisitos e de Técnico em Tecnologia da Informação, a matéria de informática básica será substituída por raciocínio lógico. O conteúdo programático para a prova oral/prática consta no Anexo II do certame.
Acesse  Edital e confira as oportunidades: ÍNTEGRA DO EDITAL
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