26 de março de 2016

AGORA É PRA VALER, 2,6 BI DOS CHINESES, PORTO SUL E FERROVIA REINICIAM OBRAS!


CONHEÇA MELHOR O PROJETO



Importantes obras de infraestrutura, equipamentos e mobilidade urbana para a Bahia ganharão, nos próximos meses, um novo impulso como resultado da missão internacional liderada pelo governador Rui Costa em sua viagem à China. Ele desembarcou no Aeroporto Internacional de Salvador às 16h20 desta segunda-feira (14).

Na bagagem, Rui traz diversos acordos firmados com empresários asiáticos que vão garantir, nos próximos meses, o aprofundamento dos estudos técnicos e negociações que possibilitarão o andamento de obras importantes de infraestrutura no estado, a exemplo do Complexo Porto Sul e a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), além do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que ligará o Subúrbio Ferroviário ao Comércio, e o novo Centro de Convenções da Bahia.

Um dos resultados mais promissores da viagem do governador à China foi o acordo assinado com uma das maiores construtoras chinesas – a China Railway Engineering Group (Crec) – e o Fundo Chinês para Investimento na América Latina (Clai-Fund) para construir e operar o Porto Sul e a Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol), em associação com o governo baiano e a Bahia Mineração (Bamin), que explora o minério de ferro em Caetité, na Bahia.

O Complexo Porto Sul será construído em Aritaguá, em Ilhéus, e já tem as licenças prévia e de implantação, além da autorização para supressão de vegetação, emitidas pelo Ibama. Com o início das obras, que o governador Rui Costa espera retomar agora com os chineses, o Porto Sul se transformará em um dos principais exportadores de minério de ferro, grãos, biocombustíveis e fertilizantes, transportados pela Fiol.

“Os chineses possuem a tecnologia mais avançada e experiência de sobra para fazer essas obras avançarem na velocidade que a Bahia precisa. Nossos projetos entusiasmaram os dirigentes da Crec e Clai-Fund, e isso permitiu estabelecermos um acordo histórico, que vai viabilizar os investimentos e destravar de uma vez por todas essas obras importantes para a Bahia”, comemorou Rui.

Obra do governo federal, a Fiol, que vai ligar Ilhéus, na Bahia, à Figueirópolis, no estado do Tocantins, formará um corredor de transporte, abrindo uma nova alternativa logística para os portos no Nordeste brasileiro. Com a atual crise econômica, as obras foram desaceleradas pelo governo federal. Mas o acordo com o grupo chinês prevê a inclusão de quatro trechos da Fiol no solo baiano, entre Ilhéus e Caetité, que estão em fase final de construção e serão concluídos.

Para viabilizar o investimento chinês na ferrovia, o governo federal iniciou os estudos para a venda antecipada da capacidade operacional da ferrovia. Assim, os recursos obtidos serão usados na conclusão da obra e a empresa garante o direito de transportar suas cargas por determinado período de tempo.

O Clai-Fund atuará como principal investidor e captador de novos parceiros para o projeto, principalmente grandes siderúrgicas chinesas. A participação no complexo logístico baiano será a maior operação do Fundo na América Latina. Já a Crec é uma das maiores construtoras de ferrovias do mundo, responsável, dentre outras, pela construção da Transiberiana, a linha férrea que liga os extremos da Rússia e tem mais de nove mil quilômetros de extensão.


Porto Sul


 

O Complexo Porto Sul será construído na Ponta da Tulha, em Ilhéus, já tem as licenças prévia e de implantação, além da autorização para supressão de vegetação, emitidas pelo Ibama. O Governo do Estado espera que a associação com os chineses devolva ao empreendimento a capacidade de gerar emprego, renda e crescimento econômico em toda a região. “Uma boa parceria tem que ser interessante para todos os envolvidos. Não me resta dúvida de que esse acordo vai fortalecer ainda mais a relação do Brasil com a China e garantir mais desenvolvimento para nosso estado”, comemora o governador Rui Costa.

A estimativa é de um investimento de R$ 2,6 bilhões, sendo R$ 2,2 bilhões para as obras e R$ 400 milhões em equipamentos. Além do Porto Sul, o acordo inclui quatro trechos da Ferrovia de Integração Oeste Leste, entre Ilhéus e Caetité, que estão em fase final de construção e serão concluídos. Para viabilizar o investimento Chinês na ferrovia, o governo federal já iniciou os estudos para que seja feita a venda antecipada da capacidade operacional da ferrovia, com os recursos obtidos sendo usados na conclusão da obra e a empresa garantindo o direito a transportar suas cargas por determinado período de tempo.

“Apesar do baixo preço das commodities no mercado internacional, conseguimos atrair grandes investidores para nossos projetos e para a exploração do minério de ferro naquela região. Além da mina da Bamin, em Caetité, temos acordos encaminhados com as mineradoras Santa Fé, em Brumado, e a Hombridge, em Minas Gerais”, explica o coordenador de Acompanhamento de Políticas de Infraestrutura da Casa Civil do Estado, Eracy Lafuente.

Segundo ele, quando estiver em plena operação, o complexo poderá movimentar 55 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, além de outras cargas, como grãos e fertilizantes, e se as negociações avançarem como se espera até o fim do ano as obras seriam iniciadas.

Futuramente, os chineses pretendem viabilizar a ferrovia Bioceânica, construída a partir da Fiol e formando uma linha de trem entre os oceanos Atlântico e Pacífico. Ela sairia de Ilhéus, passaria pelos estados do Mato Grosso, Rondônia e Acre, até chegar ao Peru, onde encontraria novamente o mar.


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FUNDAMENTOS LEGAIS CONTRA E A FAVOR DO IMPEACHMENT.TIREM SUAS CONCLUSÕES!


Referências no final do texto.
A presidente Dilma Rousseff (PT) enfrenta dificuldades no início do segundo mandato, como os desdobramentos das investigações na Petrobras, os embates com os partidos da base aliada e a necessidade de fazer ajustes na economia.

Grupos organizados nas redes sociais vêm defendendo o impeachment da presidente e organizando manifestações contra ela. Na noite do último domingo (8), Dilma foi alvo de um panelaço de moradores de ao menos 12 capitais no momento em que um pronunciamento dela era exibido na TV. No próximo domingo (15), protestos serão realizados nas ruas de diversas cidades.

Confira argumentos contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

1 - Não há indício de participação de Dilma nos desvios da Petrobras

Especialistas em direito constitucional contestam o advogado Ives Gandra da Silva Martins, professor da Universidade Mackenzie, e dizem que não há nada que evidencie, até o momento, a relação da presidente Dilma com o escândalo da Petrobras e que ela não pode ser punida por crime culposo de improbidade administrativa -- o crime é considerado culposo quando não há intenção de praticá-lo.

Dilma não será investigada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) no desdobramento da operação Lava Jato, em que a Polícia Federal e o Ministério Público apuram desvios na Petrobras.

"Não tem nenhum sentido falar nisso [impeachment]. Se for assim, todos os presidentes do mundo podem sofrer impeachment, nenhum iria escapar", afirmou à "BBC Brasil" o jurista Celso Antônio Bandeira de Mello, professor de Direito Administrativo da PUC-SP. "Precisaria ser algo muito mais forte, que vinculasse muito diretamente a presidente à prática criminosa. Nesse caso, não há fatos."

Segundo o advogado Pedro Serrano, especialista em Direito Constitucional e professor da PUC-SP, só cabe punir o crime de improbidade administrativa no caso de dolo (quando há a intenção de obter o resultado decorrente do crime). "A presidente só pode ser responsabilizada por atos dela, não por atos de terceiros". A modalidade culposa (quando não há intenção), acrescenta Serrano, teria "de estar explícita em lei e não está".

"Não houve nenhum fato, nenhum elemento concreto que viesse a aferir o dolo", avalia a jurista Vania Aieta, especialista em direito constitucional e professora da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro).

2 - Dilma não anistiou empreiteiras

O advogado Pedro Serrano contesta Modesto Carvalhosa, especialista em direito econômico e mercado de capitais, e lembra que Dilma não anistiou as empreiteiras investigadas na operação Lava Jato.

A Controladoria-Geral da União abrirá processos administrativos contra dez empresas envolvidas no escândalo. Elas podem tentar fazer um acordo de leniência com o governo para escapar das punições, mas ficariam obrigadas a colaborar com as investigações e ressarcir danos causados. O acordo de leniência, diz Serrano, está previsto em lei e não paralisa as investigações.

3 - Contas de campanha foram aprovadas

Apesar das suspeitas de doações ilegais, as contas de Dilma Rousseff nas campanhas eleitorais de 2010 e 2014 foram aprovadas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Além disso, o advogado Pedro Serrano acrescenta que, no Brasil, não pode haver impeachment por causa de problemas na campanha eleitoral.

4 - As acusações são políticas

A acusação do deputado federal Paulo Pereira da Silva (SD-SP) de que a presidente Dilma mentiu durante a última campanha eleitoral e vem contrariando promessas durante o segundo mandato não tem base jurídica, na opinião de Pedro Serrano. "Dizer que ela enganou a população é uma questão política. Há um desejo político de impedir o exercício do mandato da presidente". Para Vania Aieta, afirmar que há base para o impeachment é um desrespeito "às regras constitucionais, as regras do jogo".

5 - Razões contrárias ao impeachment

Reprovação de contas não é crime de responsabilidade 
Mesmo que o Congresso Nacional siga a orientação do TCU e reprove as contas do governo, isso não seria motivo suficiente para um impeachment, segundo os juristas Celso Antonio Bandeira de Mello e Fábio Konder Comparato, que fizeram pareceres jurídicos a pedido do advogado da campanha eleitoral do PT em 2014, Flávio Caetano. Além disso, os juristas sustentam que o TCU é apenas um órgão consultivo do Congresso e que, para ter efeito, a reprovação das contas precisaria ser confirmada pelo Legislativo, o que ainda não ocorreu. Como prova jurídica de que a reprovação das contas não é crime de responsabilidade, os especialistas citam que a rejeição das contas pelo Congresso exige apenas maioria simples de votos, enquanto a abertura de processo de impeachment contra o presidente demanda o apoio de dois terços dos parlamentares.

6 - Contas de 2015 ainda não foram julgadas nem pelo TCU nem pelo Congresso 

Apesar de o Ministério Público de Contas ter enviado representação ao TCU afirmando que pedaladas fiscais foram praticadas em 2015, o caso ainda não foi analisado pelo tribunal. Além disso, o Congresso Nacional também não julgou as contas deste ano do governo, o que só deve acontecer em 2016. Por isso, o uso das supostas pedaladas de 2015 para abrir um processo de impeachment é visto como um argumento frágil por apoiadores da presidente.

7 - Crime de responsabilidade exige ato intencional do presidente

O entendimento de alguns juristas é de que para ser enquadrado como crime de responsabilidade, os atos do presidente precisam ser intencionais e com o objetivo claro de atentar contra a Constituição. Dessa forma, a figura jurídica da omissão, face a suspeitas de irregularidades, por exemplo, não poderia levar ao impeachment. "Assim, para que se caracterize o crime [de responsabilidade] é indispensável a intenção, a prática de um ato que configure crime", afirma o professor de direito Dalmo Dallari em parecer recente.

8 - Mesmo com reeleição, mandatos são independentes 

Apesar de a reeleição manter o mesmo presidente no cargo, os dois mandatos são independentes e não pode haver impeachment durante o segundo mandato por crime de responsabilidade praticado no primeiro, segundo juristas que já opinaram sobre o tema. Um dos argumentos dessa tese é de que o poder do segundo mandato está embasado em uma nova eleição e a soberania do voto popular é um dos maiores princípios da democracia. Os defensores desse ponto de vista costumam citar o artigo 86 da Constituição, quando diz que "o presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções". Esse trecho é interpretado como uma exigência de que o fato denunciado seja praticado no mandato atual. Também é afirmado que o impeachment não é uma punição ao indivíduo que ocupa o cargo de presidente, mas uma garantia de que o mandatário que praticar atos contra a Constituição poderá ser retirado do cargo. Ou seja, o instrumento deve ser usado contra ameaças atuais à Constituição.


Argumentos a favor do impeachment


1 - Pedaladas fiscais são crime de responsabilidade contra a lei orçamentária.

O TCU (Tribunal de Contas da União) apontou que o governo da presidente Dilma Rousseff atrasou o repasse de dinheiro a bancos federais para o pagamento de subsídios e benefícios de programas sociais feitos por meio da Caixa Econômica Federal, do Banco do Brasil e do BNDES. Como os bancos efetivamente realizaram os pagamentos dos programas, o atraso nos repasses proporcionou uma folga no caixa do governo. A prática ficou conhecida como pedaladas fiscais e, segundo o TCU, representa um tipo de "empréstimo" dos bancos ao governo, o que é proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. O tribunal apontou que foram represados R$ 40 bilhões em 2014 referentes ao seguro-desemprego, programa Minha Casa, Minha Vida, Bolsa Família, Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e crédito agrícola. O governo diz que a prática não é ilegal, e que os bancos foram remunerados com juros pelo atraso nos pagamentos. Mas os defensores do impeachment argumentam que as pedaladas, além de irem contra a Lei de Responsabilidade Fiscal, configuram crime de responsabilidade contra a Lei Orçamentária, de acordo com o previsto no artigo 10 da lei que define esse tipo de conduta vedada (Lei 1.079/1950).

2 - Manobra fiscal teve continuidade em 2015 

No pedido de impeachment mais recente apresentado à Câmara, os juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Junior sustentam que as pedaladas fiscais continuaram neste ano. O argumento tem por base representação do Ministério Público de Contas que apontou o uso da prática também em 2015 e levou à abertura de uma investigação pelo TCU. O ministro Raimundo Carreiro, que será o relator do processo, determinou que a área técnica da corte faça inspeção no Tesouro Nacional, no Banco Central e no Ministério das Cidades, além de três instituições financeiras controladas pela União (Caixa, BNDES e Banco do Brasil), para confirmar a repetição das irregularidades neste ano.

3 - Dilma foi omissa em relação a irregularidades na Petrobras

A Lei de Crimes de Responsabilidade lista entre os delitos contra a probidade na administração a conduta de "não tornar efetiva a responsabilidade dos seus subordinados, quando manifesta em delitos funcionais ou na prática de atos contrários à Constituição". Esse ponto da lei é usado pelos defensores do impeachment para sustentar que a presidente Dilma Rousseff teria sido omissa em relação às irregularidades envolvendo a Petrobras --reveladas pela operação Lava Jato-- por não ter afastado do cargo investigados pela operação. O ministro Edinho Silva (Secretaria de Comunicação) é alvo de inquérito no STF (Supremo Tribunal Federal) e o ministro Aloizio Mercadante (Educação) foi citado em delação pelo dono da UTC, Ricardo Pessoa. Os partidários do impeachment também argumentam que a presidente Dilma era também presidente do Conselho de Administração da Petrobras quando ocorreram parte dos fatos sob investigação, como a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.

4 - Segundo mandato é continuidade do primeiro 

Uma das principais controvérsias jurídicas a respeito de um eventual processo de impeachment contra Dilma Rousseff é se atos praticados no primeiro mandato poderiam justificar o impedimento durante o segundo período na Presidência, após a reeleição. Os que entendem que sim argumentam que a reeleição promove a continuidade da gestão presidencial e que argumentar em contrário seria abrir criar uma espécie de impunidade relativa as ações do primeiro mandato.

5 - Dilma "perdeu legitimidade por aliar-se a uma corrupção que vinha de muito tempo", afirma ex-ministro do STM.

"Comparando com a situação em 1992, sem dúvida o momento é outro, mas os pressupostos políticos e jurídicos são iguais, e as coisas estão ficando cada vez mais graves. A situação do Brasil está se agravando dia a dia, talvez hora a hora. Eu estou do mesmo lado, da defesa da democracia, e eu acho que tem que perguntar para os outros advogados que redigiram o pedido de impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello por que mudaram de opinião.

6 - Crimes praticados para manter a hegemonia hoje são muito mais graves do que os de Collor", sustenta René Dotti.

"Em 1992 havia unanimidade nacional pelo impeachment, sobretudo em função do confisco da poupança, que trouxe uma repulsa, além das acusações de corrupção. Hoje é diferente porque a percepção da crise econômica não é partilhada por toda a população. Por outro lado, eu acho que os crimes praticados para manter a hegemonia e uma forma de governo hoje são muito mais graves do que os ocorridos na época do ex-presidente Fernando Collor de Mello.

7 - Miguel Reale Jr., ex-ministro da Justiça no governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).

"Todos os pontos do pedido de impeachment são fortes", diz Reale Jr.
"As diferenças entre o momento atual e o impeachment de 1992 são totais, mas embora agora estejamos num momento completamente diverso, as denúncias também são gravíssimas. Não estaríamos na situação econômica em que estamos se não fossem as pedaladas fiscais (manobras contábeis com recursos de bancos federais) e a omissão da presidente com relação à corrupção.

Fontes:
  • http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2015/03/12/veja-argumentos-usados-por-quem-considera-o-impeachment-inviavel.htm;
  • http://www.diarioliberdade.org/brasil/batalha-de-ideias/54803-7-motivos-para-ser-contra-o-impeachment-de-dilma.html;
  • http://www.blogdefranciscocastro.com.br/2015/10/veja-os-argumentos-dos-juristas-que-sao.html;

A NOVA FASE DA BANDA LARGA NO BRASIL. LANÇAMENTO DE SATÉLITE BRASILEIRO É A SOLUÇÃO.


Satélite brasileiro de banda larga será lançado este ano


A presidente Dilma Rousseff visitou hoje o Centro Provisório de Controle do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), localizado em Brasília. No local, Dilma conheceu as instalações onde estão sendo montados equipamentos de controle do satélite que vai levar internet banda larga de alta velocidade (54 gigabits por segundo) a várias regiões do Brasil e confirmou seu lançamento para este ano - sem cravar a data.

Segundo a presidente, o satélite é "fundamental para que possamos levar internet banda larga de qualidade aos locais mais distantes do País". O satélite passa agora por testes de resistência na Thales Alenia Space, na França. Representantes da Telebras explicaram como a tecnologia vai funcionar e ressaltaram que um centro auxiliar de controle será instalado em terreno da Marinha na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro. 


O satélite ficará em órbita a 26 mil km de distância da Terra e oferecerá cobertura a todo território brasileiro, tentando melhorar a qualidade da internet. Jorge Bittar, presidente da Telebras, informou que a construção do satélite envolveu profissionais brasileiros na França e adiantou os planos de desenvolver um segundo satélite, desta vez com grande parte das peças e equipamentos produzidos no Brasil. 

O projeto tem custo estimado em R$ 1,7 bilhão e pesa 5,8 toneladas. Além do centro de operações, a Telebras está trabalhando em uma licitação para fornecimento e instalação de cinco gateways, para processar o tráfego de internet, no Rio de Janeiro, Florianópolis, Salvador e Campo Grande.

VEJA TAMBÉM:


Catálogo do satélite sino-brasileiro CBERS-4 oferece imagens da câmera WFI



Quarta-feira, 23 de Março de 2016


As imagens obtidas pela câmera WFI do satélite sino-brasileiro CBERS-4 estão disponíveis no catálogo online do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Clique aqui para acessar a página da Divisão de Geração de Imagens (DGI/INPE) dedicada aos dados do CBERS-4. 

Lançado em 7 de dezembro de 2014 a partir da base chinesa de Taiyuan, o satélite sino-brasileiro CBERS-4 conta com quatro câmeras, duas brasileiras (MUX e WFI) e duas chinesas (PAN e IRS).

A WFI a bordo do CBERS-4 possui quatro bandas espectrais com resolução de 64 metros, cobrindo uma faixa no solo de 866 km. A câmera fornece uma resolução espacial melhorada em relação aos satélites anteriores da série CBERS, mantendo, no entanto, sua alta resolução temporal de 5 dias.

As imagens da MUX, câmera multiespectral que oferece resolução de 20 metros e faixa de 120 km, estão disponíveis no catálogo do CBERS-4 desde dezembro de 2015.
                             

Programa CBERS, desenvolvido no Brasil pelo INPE, é fruto do esforço pela capacitação e crescimento do mercado de alta tecnologia no País. A MUX e a WFI são as primeiras câmeras para satélites projetadas e fabricadas no Brasil e suas imagens permitem uma vasta gama de aplicações – desde mapas de queimadas ao monitoramento de desastres naturais, do desflorestamento da Amazônia, da expansão agrícola, até estudos na área de desenvolvimento urbano.

Abaixo, uma cena completa da WFI e detalhes da mesma imagem, registrada em 13 de março, mostrando parte dos estados de São Paulo e Minas Gerais.

13 de fevereiro de 2016

PASTOR APALPAVA OS SEIOS DAS FIÉIS E DIZIA TER PÊNIS ABENÇOADO

Pastor dizia que tinha pênis abençoado para pegar as fieis

Clique para Ampliar 

 O pastor Valdeci Picanto Sobrinho (foto), de 59 anos, foi preso no interior de Aporé, interior de Goiás, sob a acusação de que abusava sexualmente das mulheres da cidade utilizando o pretexto que teria o pênis abençoado.

“Ele nos convencia de que Deus só entraria em nossa vida pela boca e por isso nós deixávamos ele fazer o que fazia”, relata a jovem M.R., de 23 anos, que prefere não se identificar. “Muitas vezes, após os cultos, o Pastor Valdecir nos levava para um terreno nos fundos da igreja e pedia para a gente fazer oral nele até o espírito santo aparecer por meio da ejaculação”, completa a jovem desolada.

Valdecir, que chegou a abusar também de algumas idosas, se defende falando que teve um encontro com Jesus num bordel e que Ele lhe deu a missão de “distribuir o leite sagrado” por todo o estado, começando pelos fiéis da Assembléia de Aporé, do qual é responsável.

“Vocês estão prendendo um servo do Senhor e ainda se arrependerão disso. Espero poder continuar com meu belíssimo trabalho dentro da prisão”, reluta o sacerdote.

Denise Pinheiro, delegada responsável pela região, diz que Valdecir foi pego em flagrante enquanto esfregava seu membro no rosto de uma comerciante local, em que prometia ter mais vendas em seu negócio caso deixasse ser derramada pelo líquido divino.

Denise ainda completa: “quando autuamos o senhor Valdecir, ele não ofereceu resistência e ainda perguntou se eu queria fazer parte do reino dos céus durante o trajeto para a delegacia. Ele não tem vergonha de tais atos e acha tudo a coisa mais normal do mundo”.

Valdeci pagou fiança e foi liberado após prestar 3h de depoimento.

Autor/Fonte: A.V - AGORA VALINHOS 
Foto: A.V

8 de fevereiro de 2016

FICOU NUA PRA PROTESTAR CONTRA O PT E CONTRA DILMA. ENGAJAMENTO OU OPORTUNISMO?

Musa do impeachment é expulsa de desfile após tirar a roupa

Musa do impeachment tira a roupa durante desfile e é expulsa do Sambódromo. Ela já havia sido proibida de usar um tapa-sexo com o logo do Fora Dilma. "Como não deixaram, fiz meu protesto por um País melhor deixando os seios à mostra", justificou

Juliana Isen foi embora de táxi após ser expulsa de desfile. Escola corria risco de perder pontos após atitude da ‘musa do impeachment’

A empurrões e pontapés, a modelo Juliana Isen, musa do impeachment, foi expulsa do Sambódromo sob o olhar do presidente da Liga, Serginho.

Ela, que já tinha sido proibida de usar um tapa-sexo com o logo do “Fora Dilma”, foi retirada da ala das passistas depois de ficar com os seios amostra em frente ao recuo da bateria.

Juliana era a madrinha da ala das passistas. Foi o próprio Serginho que puxou ela pela cintura, pediu para abrir o portão que dá acesso a saída, até que um membro da escola a empurrou no chão e jogou o costeiro da fantasia sobre ela.

“Me senti humilhada e estou saindo ferida. Vou processar essa escola”, contou a modelo.

Ela explicou que assim que chegou na escola foi abordada por um membro da Peruche que exigiu a retirada do tapa-sexo. Segundo ela, o adereço tinha sido acordado com a escola assim que ela foi chamada para desfilar pela agremiação.

“Como não deixaram, fiz meu protesto por um País melhor, deixando os seios a mostra.” Segundo Juliana, nos ensaios técnicos da escola, ela já havia dito que ficaria nua no Anhembi. A escola pode perder pontos na apuração.

A Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo informou que aguarda o término do desfile para poder se manifestar sobre o ocorrido.

O presidente da escola, Sidney de Moraes, o Ney, justificou a ação do integrante da escola que a teria empurrado. “Ela não estava com a vestimenta legal. Em cima disso, nós acabamos perdendo ponto. Nossos harmonias estão praticamente cientes disso e acabaram tirando (a integrante). Só que por parte do folião, ela quis permanecer. A gente deu a fantasia, doamos. Ela simplesmente não quis sair. Isso não é legal”, disse.

17 de janeiro de 2016

ASTROBIOLOGO DOS EUA ENTRA COM QUEIXA CONTRA A NASA POR NEGAR A EXISTÊNCIA DE VIDA EM MARTE


Astrobiólogo apresentou uma queixa contra a agência espacial norte-americana por acreditar que o "donut" captado pela Opportunity Mars é, na realidade, um "fungo".
Segundo noticia o jornal espanhol "ABC", Rhawn Joseph, um astrobiólogo norte-americano (que estuda as possibilidades da existência de vida em qualquer lugar exterior à Terra) apresentou uma queixa contra a NASA, num tribunal da Califórnia, na qual acusa a agência espacial de estar a ocultar ao mundo "indícios de vida extraterrestre em Marte". O queixoso pede o início de uma investigação sobre o caso da "misteriosa pedra" em forma de "donut" que foi captada pelo Opportunity Mars na superfície do planeta. Rhawn Joseph está convencido de que se trata de um organismo vivo.


Em janeiro passado, a NASA anunciou o aparecimento de uma rocha nas câmaras do Opportunity Mars, que há uma década percorre a superfície de Marte (desde 2004). Nas imagens reveladas apenas há 12 dias, a rocha, baptizada de "Isla Pinnacle", não se encontrava naquele local. Steve Squyres, o principal investigador do programa Mars Exploration Rovers, reconheceu que a "aparição" tinha surpreendido a agência e que estariam agora a tentar averiguar como é que a rocha chegou até ali.


Até ao momento, a explicação que a NASA considera mais plausível que se trate de um pedaço de pedra que foi arrastado pelas rodas do Opportunity ao passar por uma zona rochosa. No entanto, Joseph não acredita na explicação e garante que a agência espacial está a ocultar informação aos cidadãos.


Para o astrobiólogo, o facto de a NASA não revelar fotos ampliadas e tiradas de vários ângulos daquilo que afirma ser uma rocha, nem apresentar imagens microscópicas e de alta resolução da mesma, é algo "estranho" e que faz aumentar a sua suspeição.


Para o norte-americano, o que se vê na imagem enviada pelo Opportunity é na realidade um "fungo". "É um organismo composto que consiste em colónias de líquenes e cianobactérias que na Terra é conhecido como Apotécio", afirma na sua queixa. Rhawn Joseph considera ainda "negligente" a forma como a NASA está a procurar vida no planeta vermelho, "captando um 'Bob Esponja' marciano com as suas câmaras e afirmando ao público que se trata de uma rocha", diz.


Mistério


O objeto, pequeno e redondo, aparece numa imagem recolhida no dia 08 de janeiro pela sonda Opportunity, mas não numa imagem do mesmo local recolhida dia 26 de dezembro passado. Uma primeira análise realizada com o espetrómetro da Opportunity mostrou uma "composição estranha, diferente de qualquer outra coisa" que os cientistas tenham visto em Marte até agora.


"Parece um "donut" com doce, branco à volta, vermelho no meio", afirmou, na altura, Steve Squyres, adiantando que "ainda estamos a tentar perceber. Estamos a fazer medições agora mesmo. É uma história de descoberta em desenvolvimento".


A Opportunity é uma de duas sondas do programa Mars Exploration Rovers, lançadas em 2003 e tendo chegado a Marte a 24 de janeiro de 2004. A sua companheira, Spirit, deixou de comunicar com a Terra em 2010. A Opportunity continuou a recolher e enviar dados científicos.


Fonte: http://www.dn.pt/ciencia/interior/nasa-acusada-de-esconder-prova-de-vida-em-marte-3667933.html

14 de janeiro de 2016

A BANCADA BRASILEIRA QUE REPRESENTA "O OVO DO NAZISMO". APROXIMADAMENTE 130 DEPUTADOS SEGUE A LINHA DE ARQUITETURA DA DESTRUIÇÃO



Por Neimar Machado de Sousa Do Racismo Ambiental

Arquitetura da Destruição (1992) é um documentário sueco, produzido por Peter Cohen, considerado um dos melhores estudos sobre o Nazismo. Lembra que chamar Hitler de artista medíocre não elimina os estragos causados por sua estratégia de conquista universal. O arquiteto da destruição tinha grandes pretensões e queria dar uma dimensão absoluta à sua megalomania. O nazismo tinha como princípio fundamental embelezar o mundo, nem que para isso tivesse que destruí-lo. A produção longa de duas horas, além de induzir a narcolepsia em meus alunos, desenha o imaginário de Hitler e de seus colaboradores mais próximos. Analisa como a propagandas, as universidades, a opinião pública foi manipulada pelo regime até que aceitassem a solução final: a morte dos indesejáveis, de maneira indolor e científica, mediante gás, dos “parasitas” humanos. O veneno gasoso utilizado era comercializado sob o nome de Zyklon B. Ciclone em alemão. Sua base era cianeto, cloro e hidrogênio. Inicialmente, a partir de 1924, seu fim era o combater os piolhos e o tifo, ou seja, higienizando o corpo do povo alemão.


FONTE: youtube.com
Deputado Federal pelo PP/RS, Luiz Claudio Heinze. 

Ele afirmou, durante audiência com a bancada ruralista, que os indígenas, quilombolas, homossexuais e lésbicas formam o grupo de “tudo o que não presta” e estão escondidos na Casa Civil

Com a ajuda do cinema, a população civil foi levada a crer que higienizar o corpo era apenas o primeiro passo para limpar a sociedade das pessoas consideradas sujas. Assim, foram cooptados pela ideologia do partido nazista alemão artistas e cineastas que produziram várias campanhas publicitárias com o objetivo de associar os judeus do Gueto de Varsóvia, na Polônia invadida, a estas pragas, piolhos e pulgas. A conclusão sugerida era de que os judeus, testemunhas de jeová, ciganos, homossexuais, comunistas, portadores de necessidades especiais e soldados alemães invalidados nas frentes de batalha deveriam ser eliminados para não atrapalhar a reengenharia para construir uma nação pura, superior e que dominasse as demais nações.
No Brasil, um dos defensores de ideias próximas a este ideal é o deputado federal, eleito pelo PP/RS, Luiz Claudio Heinze. Ele afirmou, durante audiência com a bancada ruralista, que os indígenas, quilombolas, homossexuais e lésbicas formam o grupo de “tudo o que não presta” e estão escondidos na Casa Civil, conforme registrou a Revista Fórum, edição de outubro de 2014. Esta afirmação não é isolada e encontra eco nos discursos de pelo menos 131 deputados, indicando o perigo de uma escalada fascista no parlamento brasileiro. Parece que a meta destes deputados é capitalizar apoio para projetos políticos totalitários e captar o voto de eleitores racistas e preconceituosos. A estratégia deste bloco político tem se mostrado eficiente, pois o próprio Luiz Claudio Heinze foi o deputado federal pelo Rio Grande do Sul eleito com o maior número de votos, nas últimas eleições, agremiando 162 mil apoiadores.
Como podemos observar, a ideia de que quanto menor a diversidade étnico-racial, mais desenvolvida será a sociedade não foi sepultada no bunker de Hitler, durante a invasão russa em Berlim em 1945. Um dos lugares onde ela foi vista andando nos primeiros dias de janeiro de 2016 foi na aldeia Te’ýijusu, no município de Caarapó – MS.
Os moradores desta comunidade, a maioria mulheres idosas e crianças, relataram e gravaram em vídeo um objeto voador identificado como avião agrícola, pulverizando a aldeia com inseticidas contra lagarta e nocivos à saúde humana, fabricados por empresas multinacionais como BASF e Bayer, no dia 29 de dezembro.
As semelhanças entre a pulverização aérea de veneno sobre pessoas e o uso de gás em câmaras para extermínio em massa na Alemanha nazista são muitas para serem ignoradas.
1. A população alemã foi levada a crer que se os diferentes não fossem eliminados, a economia do país ruiria. No Brasil, políticos eleitos e altos funcionários do executivo ligados à Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) têm, ao invés de representar, organizar e fortalecer os produtores rurais brasileiros, investindo recursos para influenciar a política nacional agrícola e para convencer a população brasileira que os indígenas, quilombolas e camponeses sem terra são um risco à produção de alimentos, à economia e a segurança alimentar do povo brasileiro, se permanecer na posse de seus territórios tradicionais e criminosos se insistirem na volta para as áreas de onde foram removidos.
2. As execuções perpetradas pelo partido nazista, que controlou mediante golpes o Estado alemão, eram assinadas por um responsável técnico, no caso, um médico que, inseguro da proteção do partido, mas ambicioso suficiente para progredir na carreira aliando-se aos mais fortes, sempre falsificava o nome. A família da pessoa executada pelo Estado recebia uma correspondência comunicando que, infelizmente, seu entre querido, apesar de bem cuidado, faleceu em uma instituição pública como, por exemplo, sanatório, asilo ou hospital, apresentava as condolências e dava ciência que o corpo, por razões sanitárias havia sido cremado. Como muitos destes fornos funcionavam dentro das cidades, funcionavam dia e noite e os funcionários, animados por umas cervejas acabavam contando nos bares o serviço que faziam, a população começou a desconfiar. As execuções passaram a ser feitas longe da cidade e os indesejados transportados de trem até os chamados campo de trabalho.
Do mesmo modo, os agrotóxicos pulverizados sobre o povo Guarani e Kaiowá, representados em duas comunidades de Te’ýijusu e Apykai também têm assinatura de responsável técnico e destinam-se ao fim nobre de aumentar a produção de alimentos reduzindo seu preço ao consumidor final, tese defendida pela atual Ministra da Agricultura Kátia Abreu. Nas últimas décadas, estes compostos químicos foram batizados com nomes menos pagãos, sendo renomeados de Zyklon para outros nomes menos ofensivos à opinião pública: defensivos agrícolas e agroquímicos. As estatísticas em saúde pública do Ministério da Saúde (2015) apontam que, apesar do batizado, a mortalidade infantil indígena em áreas de acampamento, como este da foto acima, Te’ýijusu, pulverizado com o Defensivo, é superior à média nacional em mais de 200%.
Por fim, é preciso lembrar das ideias de história do prof. Robin Georg Collingwood, quando nos esclareceu que a crença na racionalidade do presente funda-se no registro e análise da origem. Para o historiador britânico, este é um dos princípios que norteia nossa maneira moderna de ver o mundo, o tempo e disciplinar os “anormais”. Deste modo, é possível pensar que a arquitetura da destruição, perpetrada pelos nazistas a partir de 1939, foi modernizada na região centro-oeste do Brasil como Agricultura da Destruição.




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